Showing posts with label berbere. Show all posts
Showing posts with label berbere. Show all posts

20100322

Hassiba Amrouche - Soiree Mariage (2006)

Née à la Casbah d'Alger au sein d'une famille originaire de Béni Ouartilane (Sétif). A six ans, sur le chemin de l'école, ses copines lui promettaient une tannée si elle ne leur chantait pas une chanson. Elle connaissait par cour le répertoire de Abdelhalim Hafed. Jeune fille, elle devient la vedette des cérémonies familiales mais son père ne voulait pas du tout entendre parler de sa fille sur scène et ce n'est qu'après sa mort qu'elle tenta sa chance.

0 1 2 - post by: rima - @

20100222

Disin - ANTHOLOGIE DE DOUS KABYLES (2008)

L’homme et la femme sont comme le soleil et la lune, ils se voient mais ne se rencontrent pas, a-t-on dit de la société villageoise kabyle…

0 1 2 - post by: rima - @

20080505

Etran Finatawa - INTRODUCING (2006)

É um misto de Tuaregs com Wodaabis. As "estrelas da tradição" do Niger formaram-se em 2004 e apareceram na cena internacional em 2006 através do seu album "Introducing". A obra é muito interessante com um som muito "limpo" e vozes muito "genuinas". Vale a pena ouvir!

0 1 2 - post by: rima - @

20080219

Idir - LA FRANCE DES COLEURS (2007)

Mais um CD do mestre da música "berbere", considerado um verdadeiro "plaidoyer" para uma França Multicolor e Multicultural. Neste album, pode vangloriar-se de ter reunido numa única obra "la crème" dos artistas que exprimem a diversidade musical francesa.

0 1 2 - post by: rima - @

20080212

Idir - DEUX RIVES, UN RÊVE (2002)

" Le but est de partager une chanson avec des gens de sensibilités différentes, où chacun apporte sa manière de voir les choses. Je suis convaincu que j’ai toujours été un minoritaire. Je le suis encore parce que ma culture est oppressée et que je tiens à mon identité, c’est tout à fait logique. Si j’arrive à partager cette identité avec d’autres identités, cela montrera pour moi et pour la culture que je représente qu’il y a une possibilité de s’inscrire dans l’universel." Idir

0 1 2 - post by: rima - @

20080205

Idir - LES CHASSEURS DES LUMIÉRES (1993)


Mais uma magnífica obra de Idir.
Sempre fíel ao seu estilo, às suas causas e à sua qualidade! Para os curiosos, cá está a tradução dos títulos das músicas do CD









01 Ay Al Xir Inu (Ternura)

02 Anda Yella (A longa espera)

03 Adrar (O silêncio da Montanha)

04 Ad Nu Al (Voltaremos)

05 Snitraw (Minha guitarra) vs1

06 Yelha Wurar (Ar de festa)

07 Baba-S (Papá)
08 Ageggig (A flor)

09 Mimmi (Meu pequeno)

10 Abehri Tmeddit (O vento da noite)

11 Snitraw (Minha guitarra) vs1

12 Isaltiyen (Kabylie-Bretagne)

13 Byan Warrac (As crianças querem...)
14 Ameddyaz (A morte do poeta)
15 At Zik (Poema ecológico)
16 Twareg (Os touaregs)

0 1 2 - post by: rima -
@

20070402

Houria Aichi - CHANTS SACRÉS D'ALGÉRIE (2001)

Houria Aichi canta a poesia popular dos seus antepassados que floresceu no seio das tribos berbères dos Aures*. O seu reportório é fruto de minuciosas pesquisas, sempre com uma profunda busca do genuino. Houria cresceu nos Aures, mudou-se para a França para estudar Sociologia, mas a sua paixão pelo canto foi mais intensa pelo que, dedicou a sua vida à música.
"khalwa", meditação em árabe, é um Cd onde a artista canta Deus e o profeta Mahomé através dos cantos folclóricos "simples e pacíficos" diz ela...
* ver post do dia 26-03-2007

0 1 2 - post by: rima - @

20070326

Ali El Khencheli - CHANTS DES AURÈS (1999)

Nesse Cd aparece a primeira mistura entre o árabe e o berbère chaoui. Os chaouia , "os pastores" (em árabe), são os habitantes da região dos Aures (leste de Argélia). Para quem não está habituado... é um pouco "arcáico"... mas vale a pena ouvir!

0 1 2 - post by: rima - @

20070319

Takfarinas - ROMANE (1994)

Takfarinas era um chefe berbère que conduziu, durante sete anos, a guerra contra o ocupante romano. O guerreiro defendeu a identidade amazigh e a integridade do seu território. Séculos mais tarde, em 1976 aparece o "novo Takfarinas". Numa altura em que, imposta e manipulada pelo poder político exprimir-se em "Kabyle" era uma vergonha, Ahcen*, criando um novo estilo musical, revoluciona a cena artística. O cantor, através da sua música, reforça a mensagem de que a amazighidade é uma componente integrante da identidade argelina.
*Ahcen é o nome próprio de Takfarinas

0 1 - post by: rima - @

20070305

Cheb Khaled - THE KING OF RAI (2002)

Depois da Independência da Argelia, e graças à Cheikha Rimitti, o Rai estendeu-se ao país todo mas continuando sempre na " ilegalidade". A partir dos anos 70, pouco a pouco, os instrumentos tradicionais dessa música tais como o Nay, a Derbouka e o Bendir começam a ser ouvidos acompanhados pela guitárra eléctrica, trompete e pelo Saxophone. Finalmente, o Rai ganhou a sua legitimidade nos anos 80 devido ao aparecimento de muitos novos artistas dos quais o mais importante é o Hadj Brahim Khaled, chamado Cheb* Khaled, posterioremente nomeado "O Rei do Rai".
Khaled foi quem mais marcou a evolução do Rai porque levou-o à sua popularização e, em 1992 à sua internacionalização através do seu o álbum “Khaled”, produzido em Los Angeles por Dom Was.
* Cheb Khaled : "Jovem Khaled" assim foi chamado no Festival de Oran em 1985 e no qual lhe foi atribuido o primeiro prémio.

0 1 2 - post by: rima - @

20070226

Cheikha Rimitti - THE QUEEN OF RAI (2002)

O Rai é um movimento musical que apareceu no inicio do século XX, em Oran. A origem da palavra Rai , que significa “opinião”, “aviso” ou “ponto de vista”, viria da época onde o cheik (mestre), poeta da tradição do Melhon*, recitava sabedoria e conselhos através de poesias cantadas em dialecto local. O Rai inicial cantava o amor e os valores morais nas festas populares e nas ocasiões mas também tinha uma vertente irreverente que escapava ás regras islâmicas. Essa última, reduzida à clandestinidade, era cantada essencialmente nas tavernas e nos "souks" (mercado tradicional). Estas duas formas vieram dar origem ao Rai Moderno. Na sua fase inicial, a partir dos anos 20, destacaram-se vários mestres entre eles a “rainha do Rai” a cheikha Rimitti.
*
Melhon : inspira-se na música arabe-andaluz simplificando os seus modos e é expresso em dialecto, não na lingua clássica.

0 1 2 - post by: rima - @

20070219

VA - A NIGHT IN MARRAKESH (2005)

O Maghreb é Berbère, Árabe mas também e sobretudo Africano.
Entre os diversos géneros musicais presentes neste CD, encontram-se melodias fabulosas de origem Negra que pertencem à música dos
Gnawas. Deles diz-se que são "Africanos pela seiva e Magrebinos pelo enxerto", sendo escravos essencialmente originários do Senegal, Sudão e Ghana. O seu patrono é Sidi Bilal, o primeiro escravo libertado pelo Profeta Mahomet e tornou-se o primeiro "muezzin" (aquele que chama à oração) do Islão. Os Gnawas mestiçaram-se com a população local e constituiram-se em confrarias para criar um novo culto com influências africanas e arabe-berbères. Estas confrarias auticulam-se à volta dos mestres músicos (os Mâallems) dos interpretes dos instrumentos ("qraqech" – um género de castanholas e "gambri"), dos e das videntes ("chouaafa") e dos outros participantes. Praticam um rito sincrético de nome "Lila" em Marrocos (uma noite), e ‘’Diwan’’ na Argélia, durante o qual os participantes se dedicam à prática das danças de possessão e ao transe.

0 1 2 3 4 - post by: rima - @